Como a tecnologia semiautomática de impedimento será usada na Copa do Mundo no Catar?

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Como a tecnologia semiautomática de impedimento será usada na Copa do Mundo no Catar

O impedimento é uma das regras que mais causa discussões e controvérsias no futebol. E é por isso que a FIFA, entidade máxima do esporte, decidiu inovar para a Copa do Mundo do Catar em 2022.

A tecnologia semiautomática de impedimento será usada na Copa do Mundo deste ano, prometendo decisões precisas e rápidas e usará 12 câmeras de rastreamento instaladas sob o teto do campo para rastrear a bola e até 29 pontos de dados para cada jogador, 50 vezes por segundo.

De acordo com a organização, o objetivo é que os obstáculos mais difíceis, que atualmente levam em média 70 segundos para serem marcados, demorem apenas cerca de 25 segundos para serem resolvidos.

A tecnologia já foi testada em dois torneios: a Copa Árabe de 2021 e o Mundial de Clubes deste ano, além de testes em laboratórios de universidades nos EUA, Austrália e Suíça.

Veja um pouco mais sobre a tecnologia semiautomática de impedimento a seguir!

 

O que a FIFA diz sobre?

 

Pierluigi Collina, ex-árbitro e chefe da divisão de arbitragem da FIFA, disse que a tecnologia está pronta para ser usada. Além disso, o Chefe do Departamento também foi questionado se há 20 anos ele pensava em tal tecnologia no mundo do futebol.

“É importante dizer que a decisão cabe ao árbitro. Os árbitros não serão substituídos por robôs. Mesmo quem vai estar aqui explicando isso para você será um engenheiro, não eu.”

“Há 20 anos eu não podia falar com minha família em casa. Agora aqui estamos nós, pessoas de todo o mundo, conversando. É difícil prever o que pode acontecer. O que não vai mudar: o árbitro será sempre responsável pela decisão final.”

Johannes Holzmuller, diretor de tecnologia e inovação do futebol da FIFA completa: “O objetivo é desenvolver uma ferramenta de apoio semelhante à tecnologia da linha de gol: não projetada para tomar decisões, mas para fornecer evidências rápidas aos árbitros”.

 

Como funciona essa nova tecnologia?

 

As bolas utilizadas na Copa do Mundo serão equipadas com um sensor, colocado no meio da bola, que permitirá ao sistema saber exatamente quando entrar em contato com o jogador que está passando a bola;

12 câmeras colocadas no estádio – conectadas ao mesmo sistema vão rastrear a localização de cada jogador; e, além disso, detectarão com precisão cerca de 29 pontos de contato entre o corpo e a bola, 50 vezes por segundo;

Sempre que houver um jogador que não esteja presente e participe da jogada (tocando na bola), a luz acenderá na cabine do VAR. E haverá um operador dedicado exclusivamente para isso.

Em vez das habituais linhas traçadas para marcar os fora-de-jogo, a tecnologia irá produzir uma animação 3D, o que deverá facilitar aos árbitros (vídeo e campo) na tomada de decisão.

E a mesma animação será exibida na tela grande nos estádios e nas transmissões de TV, que não será exibida imediatamente após o lance. A ideia é que o público tenha a mesma imagem que os árbitros usam para decidir sobre o lance em questão.

A nova tecnologia só será utilizada quando o jogador em posição irregular tocar a bola, sendo assim, os impedimentos sinalizados por interferência do goleiro, por exemplo, continuarão sendo a decisão do árbitro.

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